À conversa com… Miguel Bernardo

Periodicamente vamos entrevistar alguns jogadores/jogadoras entre os vários escalões. Desta vez, o atleta entrevistado foi o Miguel Bernardo (sub14M). Estas foram as suas respostas:

Miguel BernardoNome: Miguel Bernardo
Escalão: sub14M
Data de nascimento: 28/05/2001

– Há quanto tempo praticas basquetebol?
Há 8 anos.

– Quais são os teus ídolos no Basquetebol?
Tenho vários, cada um com os seus defeitos e qualidades, mas para mim tenho estes três: Kobe Braynt, Russel Westbrook e Kyrie Irving.

– Tens algum momento marcante enquanto jogador que nos queiras revelar?
Termos ganho o jogo contra o NBQ que nos levou a Final 6.

– Que mensagem gostavas de transmitir à tua equipa?
Gostava de transmitir que apesar de não termos passado para a outra fase nacional,  não faz mal,  porque já termos ido a Final 6 e ficarmos em 4º lugar foi muito bom, é sinal que evoluímos e que nos esforçámos. E agora tenho a dizer que temos de ficar num bom lugar neste próximo grupo para mostrarmos que somos uma das melhores equipas de Lisboa.

– Para se evoluir e jogar basquetebol a um bom nível, enquanto jogador na tua opinião, diz-nos três fatores que julgues relevantes e necessários para um crescimento sustentado?
Esforçarmo-nos nos treinos para melhorarmos, as pessoas só conseguem jogar alguma tempo e jogar bem esforçando-se, não é brincando, as pessoas que querem realmente jogar e praticar basquetebol são aquelas que mostram garra e agressividade em tudo. É  por exemplo quando a bola está no chão e a pessoa se atirar com garra e vontade ir lá buscá-la. Só assim é que se vê os bons jogadores e aqueles que querem jogar. NUNCA SE DESISTE DE NADA!

– Qual é a tua opinião relativamente à conciliação entre as vertentes treino/jogo e o rendimento escolar? 
Há tempo para tudo. As pessoas só têm de organizar o seu tempo com os seus treinos e jogos. As pessoas não devem faltar a treinos para ir estudar, pois é cansativo estar a chegar de casa e ir logo estudar mas é o que se tem de fazer quando andamos no desporto, e as pessoas não devem sair de alguma coisa que gostam de fazer.